SELIC em alta, e agora?

Na tarde de ontem, o Banco Central, através do Comitê de Política Monetária (COPOM) divulgou um aumento na taxa básica de juros do país, a SELIC. Tudo indica que o BACEN esteja prestes a iniciar um novo ciclo de alta dessa taxa, visto pela última vez entre 2013 e 2015.

Como ficam os investimentos? A SELIC influencia define a rentabilidade dos investimentos em renda fixa (poupança, CDB, LCI, LCA), uma vez que o CDI (indexador muito usado para rentabilizar as aplicações em renda fixa) acompanha muito de perto as oscilações da SELIC. Ainda, a SELIC influencia os preços dos ativos de renda variável, como ações e fundos imobiliários.

O BACEN altera a SELIC com o objetivo de manter a inflação dentro da meta. Com a SELIC em alta, muitas pessoas tendem a deixar o dinheiro investido, consumindo menos; o mesmo vale para as empresas, que priorizam deixar os recursos investidos em aplicações de renda fixa com poucos riscos, reduzindo investimentos em novos projetos.

As reuniões do COPOM ocorrem a cada 45 dias, logo podemos esperar uma nova alta para a próxima reunião. O Boletim FOCUS, divulgado na última 2a-feira, apontou uma expectativa do mercado para que o ano de 2021 encerre com a SELIC a 4,50%.

Tais movimentos na SELIC podem representar excelentes oportunidades de maximizar a rentabilidade de nossos investimentos; para tanto, é necessário um bom planejamento financeiro, que permita balancear a carteira de investimentos de forma a otimizar as ocasiões de cada cenário.

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